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THE ECONOMIST: Brasil se tornou superpotência e começa a fazer a diferença

A revista semanal britânica " The Economist " afirma em artigo publicado na quinta-feira (17) que o Brasil é uma "superpotência econômica" e que possivelmente o país pode virar uma potência de petróleo. No editorial intitulado "Uma superpotência econômica, e agora com petróleo também", a revista afirma que " há motivos para se acreditar que a potência econômica da América do Sul de 190 milhões de habitantes está começando a fazer a diferença no mundo ". A revista diz que a comparação do crescimento do Brasil com a forte expansão chinesa é "enganosa", já que a China é um país mais pobre. "É muito mais difícil para um país de média renda, como o Brasil, crescer neste ritmo", diz a revista. Além do editorial, o Brasil também é destaque em outros dois artigos da edição desta semana da revista. No texto "Os prazeres do tédio", a revista diz que o Brasil cuidou dos três maiores problemas que causaram a crise dos anos 1980:...

O valor

Por que falar apenas em bens e acumulação? Onde fica a palavra, o sentimento, a estética? O valor reside mais em versos (ou na prosa extraordinária de um Rosa) que em bens... A demonstração de poder (do poder da grana) é prova cabal, antes, de terrível infantilidade... "Se não posso isso, posso aquilo..." Ou: "Se não consigo amar um Proust, posso comprar um imóvel..." "Se não consigo ver beleza no sol que se põe, posso viajar para a Europa..." Seguem versos do certamente maior poeta de todos os tempos. A PLENOS PULMÕES Vladímir Maiakóvski (Trecho final) Camarada vida, vamos, para diante, galopemos pelo quinqüênio afora. Os versos para mim não deram rublos, nem mobílias de madeiras caras. Uma camisa lavada e clara, e basta, para mim é tudo. Ao Comitê Central do futuro ofuscante, sobre a malta dos vates velhacos e falsários apresento em lugar do registro partidário todos os cem tomos dos meus livros militantes...

Quase hai recomenda. Germina

Não porque estejamos lá, com tíbios versos e traços de uma prosa meio lerda (clique aqui e aqui ). Mas a revista Germina Literatura é uma luz no mar da WWW. As belas mulheres da nova literatura brasileira Sil Guimarães, amiga do blogueiro aqui, e Mariza Lourenço são as editoras.

Suntuosas nuvens

Estas suntuosas nuvens, ajudadas pelo vento, parecem ter o poder de revolver o tempo. disparando de volta memórias da infância. Manuel de Souza Magalhães nasceu em Olinda, PE (1744-1800).

Invente gravetos molhados

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olvide números leia nuvens plantas bichos pios de aves e vôos de borboletas sinta canaviais pardais gorjeios de pequenos joões-de-barro no ninho aguardando o alimento pressinta a chuva e invente gravetos molhados e o olor da grama e do capim seja o silencio da relva e da pétala da flor do cerrado o galho a balançar o bambuzal as estrepolias dos gaviões-de-penacho vislumbrar por que os edifícios altos da cidade nova se há ao lado um éden um riacho laranjais e o cântico do silêncio do vento o sibilante sorriso da brisa?

Quem poderá fazer aquele amor morrer

Drão Gilberto Gil Drão o amor da gente é como um grão Uma semente de ilusão Tem que morrer pra germinar Plantar nalgum lugar Ressuscitar no chão nossa semeadura Quem poderá fazer aquele amor morrer! Nossa caminhadura Dura caminhada pela estrada escura Drão não pense na separação Não despedace o coração O verdadeiro amor é vão, estende-se, infinito Imenso monolito, nossa arquitetura Quem poderá fazer aquele amor morrer! Nossa caminhadura Cama de tatame pela vida afora Drão os meninos são todos sãos Os pecados são todos meus Deus sabe a minha confissão, não há o que perdoar Por isso mesmo é que há de haver mais compaixão Quem poderá fazer aquele amor morrer Se o amor é como um grão! Morre nasce, trigo, vive morre, pão Drão

Você para mim

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você para mim é como paula lima cantando flor de maracujá evinha cantando como vai você vanessa da mata cantando você para mim é como toquinho cantando chico cantando queixa milton caçador gil cajuína ou drão ou baden você para mim é como gullar cantando versos você para mim é mercedes sosa volver a los 17 vinicius de moraes soneto da fidelidade