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FUNDAMENTAL: Chomsky debulha a manipulação dos meios

Dez formas distintas de manipulação midiática Noam Chomsky elaborou a lista das “10 Estratégias de Manipulação” através da mídia. Em seu livro “Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas”, ele faz referência a esse escrito. Noam Chomsky elaborou a lista das “10 Estratégias de Manipulação” através da mídia. Em seu livro “Armas Silenciosas para Guerras Tranqüilas”, ele faz referência a esse escrito em seu decálogo das “Estratégias de Manipulação”. 1 – A Estratégia da Distração. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças que são decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais na área da ciência, economia, psicologia, neurobiologia ou cibernética. “Man...

Processo imbecilizante

O colunista Regis Tadeu, do Yahoo, escreveu artigo que merece ser lido e divulgado. Leia aqui .

Marco Aurélio, o senhor Ministro

por Luis Nassif A sentença do Ministro Marco Aurélio de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal) – negando a liminar para a soltura do governador do Distrito Federal José Roberto Arruda – é uma reação, uma tentativa de recuperar a imagem de um dos poderes fundamentais. E é um contraponto fundamental à atuação e à personalidade do presidente do STF, Gilmar Mendes. Curioso o destino que colocou sob o mesmo teto personalidades tão semelhantes e, ao mesmo tempo, tão díspares, quanto Mello e Mendes. Ambos fazem parte da linha de ministros liberais do Supremo, preocupados com direitos individuais e em coibir abusos. São preparados, estudiosos, algo petulantes, propensos a romper com a tradição e o estabelecido, comportamento normal em quem se pretende com luz própria. As semelhanças terminam aí. *** Mello faz da Justiça um fim; para Mendes, ela é meio. Mello pretende o reconhecimento da história e de seus pares; Mendes, o brilho fugaz do momento. Em nome da integridade da Justiça, Mello é ca...

Quem explorou o escândalo

Uma boa constatação: nenhum jornalista sério da grande mídia explorou o episódio César Benjamin. Repito: nenhum jornalista sério. Nos últimos anos, esse espírito macartista que tomou conta das redações inibiu o exercício do jornalismo. Em muitos casos, criou cristãos novos, dispostos a endossar com paixão o que lhes era pedido. Jornalistas com história, ou se inibiram ou jogaram fora a reputação, no afã de atender às novas demandas, em cima de um patrulhamento obsessivo, mas sem enveredar por baixarias. A maioria merece solidariedade. Mesmo os que passaram a praticar o discurso único, merecem a compreensão. O que não dá para justificar são os que se prestaram a atos vergonhosos, de endossar esse caso Cesar Benjamin, um dos episódios mais vis da história do jornalismo brasileiro. Foram pouquíssimas. Mas levarão essa mancha na biografia. O episódio é um portentoso funil para identificar caráteres. Post não aberto a comentários. Fonte: Blog do Luis Nassif

Caetano Veloso e a fase anal incompleta*

do blog do Dr. Julius Sodenberg O leitor Roberto Vinhas escreve-me pedindo que explique o comportamento do cantor Caetano Veloso. Esse leitor estava especialmente indignado com as declarações do cantor, chamando o presidente Lula de “analfabeto”, “cafona” e “grosseiro”. Pesquisei um pouco a vida do cantor para poder responder. Para os mais jovens, que não conhecem bem o artista, ou já o conheceram em sua fase decadente, vale lembrar que ele se notabilizou pelo uso de frases de efeito que, a despeito de agredir pessoas ou grupos, chamavam para si a atenção da mídia, dando-lhe mais visibilidade. Muitos de seus críticos destacam que não é incomum que o artista solte uma de suas declarações bombásticas antes de lançar um novo trabalho. Mas, pelo que pude pesquisar, não se trata somente de um gesto calculado (ainda que este provavelmente exista). O comportamento de Caetano V. tem origens mais complexas, vindas de seu Inconsciente. Poderia dizer que ele vive o que costumo chamar de “Fase Ana...

A influência das pesquisas eleitorais

Por Marcelo Idiarte* Para compreender a influência dos dados do Ibope sobre uma parcela da população (a mais significativa em números, diga-se), basta resgatar uma definição sucinta e despudorada publicada pelo coronel José Sarney em sua coluna de seu jornal O Estado do Maranhão (lá do também “seu” Estado do Maranhão – a unidade federativa), em 14/08/1994: “O maior eleitor das eleições é a pesquisa. Ela desperta a visão de qualidades dos concorrentes, provoca ondas de adesão e conduz o eleitorado indeciso a uma decisão que, pela dinâmica das coisas, tende para votar no vencedor” (crédito para este apontamento ao professor Franklin Douglas, em clique aqui). Excetuando-se os institutos de pesquisa ligados a universidades públicas, fica muito claro que as pesquisas de intenção de voto não têm nenhum intuito de prestação de serviço à sociedade, mas sim de atendimento a interesses específicos deste ou daquele candidato e/ou deste ou daquele grupo de comunicação. O mais comum é ambas as cois...

Ainda Toffoli

Comentário certeiro de um leitor do blog de Luis Nassif: "O problema de Toffoli não continua a ser o notório saber jurídico. Celso de Mello, quando escolhido, trabalhava como assistente do gabinete civil e era um simples promotor de justiça, não tendo nenhuma pós-graduação ou qualquer destaque nacional como Jurista, se é o que imaginam ser notável saber jurídico. E o decano do Supremo é chamado de 'impecável' pelo próprio Luís Nassif. Por esse prisma, alguém que ocupa o cargo de Advogado-Geral da União, com atuação destacada (economizou 500 bilhões de reais para a União desde a assunção da função) tem muito mais relevo jurídico para a função judicante do que um acadêmico cheio de títulos e sem qualquer atuação profissional. Logo, como eu já mencionei antes, os requisitos são preenchidos conforme a discricionariedade de quem nomeia e de quem aprova. Não há fórmula para se aferir 'notável saber'. A própria ilibada reputação só se pode concluir absolutamente em casos...